quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Capitulo 02
[...] Albert me incentivou a beber, mesmo contra minha vontade, mas como todos sabem tem alguns jovens que se deixam levar pelas conversas dos amigos, eu pensei “ há se eu beber um pouquinho ele me deixara em paz..” Eu estava sendo um alvo fácil para o inimigo, pois bem ali estava eu bêbado, na beira da piscina, junto com os meus “amigos”, Albert viu que eu estava debilitado para ir para casa, então resolveu ligar pro meu pai , dizendo que eu havia adormecido e que logo cedo me levaria em casa, papai deixou, pois confiava em mim. Atualmente me arrependo de ter colocado aquele copinho não agressivo na minha boca, pois até um tempo atrás não conseguiria tira-lo.
Lembro como se fosse hoje, eu com 22 anos sendo expulso dá minha própria casa, como um marginal, fui procurar Albert para me ajudar, ele como um “bom amigo” me negou uma dormida na sua casa. Fiquei sem ação pois o meu melhor amigo estava me deixando de lado, aquele que um dia me levou pro buraco, não queria me ajudar a sair. Dormi nas ruas uns três dias ainda, resolvi voltar e pedir uma segunda chance ao meu pai, ele com o coração partido não me negou, deu uma chance aquele filho que mais tarde lê traria mais desgostos. Era domingo atarde e eu tinha que levar meu irmão a uma festinha com os amigos dele, e teria que espera ló, na festinha não tinha bebida, eu estava aliviado pois meu irmão não conseguiria nunca colocar álcool na boca enquanto eu estive se presente, Juan com 15 anos ainda não conhecia a vida e nem as amizades direito, eu como irmão mais velho me sentei em um sofá e fiquei lá conversando com a irmã do aniversariante o nome dela é Kayala, tinha 21 anos cursava medicina em uma das melhores universidades publicas, ela já sabia do meu problema, pois as vezes meu irmão ia correndo pra casa de kaio seu melhor amigo pra pedir ajudar e conforto quando papai brigava comigo, fico imaginando como seria minha vida sem o alcoolismo, creio eu que preenchi o vazio da minha mãe com o vicio que levou ela há morte, sei que para muitos isso é um absurdo mais tinha vezes que quando meu pai me prendia em casa eu bebia perfume, fui internado três vezes nenhuma vez adiantou, as vezes eu passava um bom tempo sem beber outras eu nem vinha para casa, bebia porque sentia prazer e conforto, bebia pra me animar e me soltar, eu era tímido e há bebida me deixava mais “ousado” , conversei muito com Kayala, vi que ela era uma moça inteligente, intelectual e bem sucedida trocamos telefonemas, e vi que ela era meia insegura em relação há mim, pois eu acho que ela tinha medo de tocar em algum assunto em relação ao meu problema, não me importei, no outro dia liguei para ela, marcamos de ir tomar um sorvete e conversar um pouco mais, fiquei esperando por ela de frente há sorveteria , esperei.. Esperei. E nada.
Cheguei em casa super chateado, meu pai estava na sala , não falei nada passei direto pro quarto e bati há porta na cara do meu irmão, sei que meu problema não só estava me acabando fisicamente como estava acabando com meus ciclos sociais, também não ligue para ela, sou muito orgulhoso isso eu sei que puxei ao meu pai, lembro me uma vez quando eu tinha 4 anos ele conheceu minha atual madrasta, ela deu um “bolo” nele e ele simplesmente não ligou e nem atendou aos telefonemas dela para se explicar, eu só apenas visualizava há situação e não entendia muito dessas coisas, ele sempre me dizia : “ – Charles, nunca corra atrás de mulher, deixe que elas venham ate você.” Aquelas palavras vinheira na minha cabeça quando tentei pegar o celular.
Era um dia de segunda-feira anoite quando meu pai disse que havia arrumado um emprego pra mim na agencia de modas que ele trabalhava, fiquei animado pois estaria arrodeado de lindas mulheres, logo, ele tornou há dizer: “- Lembre-se que lá eu sou seu patrão e não pai, qualquer desordem ou reclamação que vinherem me falar sobre há sua pessoa, já sabe, é rua na hora. “ Eu fiquei assustado, nunca vi meu pai falar tão serio assim, nem das vezes que cheguei bêbado em casa. Recordo que aos 17 anos cheguei em casa tão bêbado que acabei dormindo na calçada, no outro dia minha madrasta teve um susto me viu deitado no chão parecendo um qualquer, todos os vizinhos ficaram assustados, nunca viram uma situação daquela, sei que depois disso, muitos se afastaram de mim e dá minha familia. [..] continua ..
Doçuras, sexta feira nao poderia postar o terceiro capitulo pois estarei muito ocupada, e sabado viajarei, entao postagens aqui só domingo, mais podem entrar no sabado ha noite vou vê se arrumo uma vaguinha (:
beiijos e mando um beijo pra mim linda Luana Miranda , ;*
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